Tereza Granate

Ser mulher é acreditar sempre. É...Seguir em frente quando todos param! Acariciar e dar colo! Dividir-se em muitas sem deixar de ser uma, a mais importante! A mulher acontece, encanta, muda, nasce, floresce, cuida, cria, sente, beija, escuta, vê, brinca, brinca e brinca com a vida... e vive!

Um pouco da história do Egito


EGITO FARAÔNICO E ÁRABE
O Egito se tornou um país árabe a partir do Século VII, mais precisamente em 639, com a invasão muçulmana liderada pelo califa Omar. 
Com sua expedição militar, expulsou definitivamente o poder bizantino por volta de 642.
Ao longo dos séculos seguintes a população que habitava o Egito acabaria por se converter ao islã (religião muçulmana) e por adotar como língua, o árabe.
O Período Faraônico (Egito Antigo) inicia-se em cerca de 3100 a.C. e termina em 30 d.C. quando o Egito, já então sob dominação estrangeira, se transformou numa província do Império Romano, após a derrota da rainha Cleópatra VII.
Apesar da civilização egípcia (faraônica) ter terminado há mais de dois mil anos, parte do seu legado continua viva no mundo atual.  É sempre importante situar-se para não confundir: Egito Antigo (faraônico) e Egito Moderno (árabes).
A História do Egito corresponde a uma das mais longas histórias de um território do mundo.  Sempre foi um país cobiçado por muitos povos em função de sua posição estratégica. 
A língua egípcia sobreviveu até o Século V d.C. de forma demótica (um tipo de escrita popular, adotado pelas classes mais pobres da sociedade egípcia), e até a Idade Média como língua copta, perfazendo uma existência de mais de quatro milênios.
A língua oficial do Egito moderno é o árabe egípcio, que gradualmente substitui a língua copta como idioma cotidiano nos séculos posteriores à conquista muçulmana do país.

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Feliz dia da Bailarina❣♪ ♫ (✲✪‿✪)

BAILARINA OU ODALISCA?
Com certeza já ouviram chamar uma bailarina/dançarina de dança do Ventre de odalisca, a imagem das odaliscas é grande estereótipo da dança do Ventre, fantasias são semelhantes aos figurinos de dança.
As odaliscas eram mulheres escravas, compradas em mercados ou adquiridas em guerras, vendidas pela família ou mesmo raptadas, assim, eram levadas ao palácio do governante para serem criadas. Eram treinadas em diversas funções: modos, etiqueta, bordados, música e até dança, mas não eram "bailarinas do palácio". Desta forma, elas poderiam subir os degraus da hierarquia dentro do palácio e se tornarem concubina ou mesmo com muita sorte esposas do sultão.
Agora o que tem a ver com a dança do Ventre, não sabemos...

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