Tereza Granate

Ser mulher é acreditar sempre. É...Seguir em frente quando todos param! Acariciar e dar colo! Dividir-se em muitas sem deixar de ser uma, a mais importante! A mulher acontece, encanta, muda, nasce, floresce, cuida, cria, sente, beija, escuta, vê, brinca, brinca e brinca com a vida... e vive!

A Dança no Egito hoje.

      Com o crescente radicalismo do Islã dentro do Egito, cada vez menos egípcias dançam, abrindo mercado para as estrangeiras que buscam na terra da dança do ventre, seu caminho profissional, que vivem de dança lá. A partir os anos 2000 milhares de dançarinas estrangeiras em busca de conhecimento e novas oportunidades de trabalho. Algumas se tornam famosas e reconhecidas pelo próprio povo egípcio, como a caso de Soraia Zaied, brasileira que combina técnicas das bailarinas egípcias com a influencia brasileira como o samba, Asmahan, argentina, Dina, que é uma grande polêmica da dança na atualidade, amada e odiada, faz muito sucesso, dona de trajes exuberantes, apertados e pra lá de sensuais. Muitas outras já trilharam este mesmo caminho como
     Sahra Saeda - inglesa e Nur - russa.
     As danças só acontecem, em pontos turísticos como grandes hotéis cinco estrelas e barcos que transitam pelo Nilo. 
A mulher egípcia dança por natureza.  Está no sangue.  Tem uma graça peculiar e charmosa.  Mas não se apresentam em público, fora de festas particulares.  Os hábitos não permitem que uma mulher casada se apresente, mostrando o corpo para o público.
O que enriquece de forma absurda todas as apresentações de bailarinas é sem dúvida, a riqueza do folclore egípcio.  Instrumentos de percussão entram forte no meio da música e dão alento, revigorando o show, no meio do caminho. 
A dança Ghawaze também é um atrativo muito alegre e divertido.  Uma espécie de bailado de camponesas ciganas egípcias, com vestidos compridos e coloridos, cheios de pastilhas e lenços de moedas amarrados a cabeça.
 O Tahtib, que é uma dança com bastões masculina, aparentando uma luta, ao som de tambores (Derbak, Doholla, Bendir...), e guiado através de Mizmar  e o som inebriante do Rebab.
As orquestras proliferam no Egito.  Existem milhares de músicos no Cairo.  Para se ter uma idéia, cada bailarina tem sua banda, geralmente de 15 a 25 músicos. 
             

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