Tereza Granate

Ser mulher é acreditar sempre. É...Seguir em frente quando todos param! Acariciar e dar colo! Dividir-se em muitas sem deixar de ser uma, a mais importante! A mulher acontece, encanta, muda, nasce, floresce, cuida, cria, sente, beija, escuta, vê, brinca, brinca e brinca com a vida... e vive!

A Dança no Ocidente


Trazida para o Ocidente através dos filmes de Hollywood, com as bailarinas que fugiram para o Ocidente e com a invasão Árabe muçulmana, ocorreu uma miscigenação de culturas e a dança se espalhou pelo resto do mundo, através de viajantes e mercadores. Nos anos 40 a dança passou a ser conhecida por “Belly Dance” e grandes estrelas do Egito como: Naima Akef, Taheya Carioca, Samia Gamal e Souher Zaki, se tornaram conhecidas no mundo todo.         
Como toda a cultura que ultrapassa suas fronteiras, a Dança do Ventre também foi absorvendo características dos diferentes países em que se desenvolveu. Atualmente, engloba movimentos de várias outras danças, mas mantém algumas características primitivas de sua origem sagrada.
No entanto, independentemente da sua origem e do que cada pessoa ou cultura faz dela, é consensual e sensato dizer-se que é bem mais do que uma modalidade desportiva, ou algo diferente para se realizar, é sim, antes de qualquer outra coisa, uma forma de autodescoberta, de aceitação do corpo (tal como ele é) e amor por si mesma. Quando isto acontece, a mulher transparece para o mundo que a rodeia essa melhoria na sua auto-estima.

Leia Mais...

© Tereza Granate, AllRightsReserved.

Designed by ScreenWritersArena